Já éramos tradicionais – em 1966!

Ficamos muito felizes com um recente presente. O sr. Eckart Werther, cliente que conta com a nossa proteção deste a década de 1960, nos trouxe a edição dos “Diarios Associados” de março 1966, onde encontramos o seguinte  artigo sobre a Hellner. E constatamos: os nossos valores não mudaram.

Diarios Associados, Março de 1966
SEGUROS HELLNER S.A. Se reservamos dentro da Edição Especial um lugar para a firma Seguradora Hellner S.A., isso acontece porque sabemos que essa empresa seguradora ganhou nos meios econômicos de São Paulo um bom nome, que garante os segurados da industria e do comercio, os quais podem confiar nos conselhos dessa conceituada empresa como confiaram há decénios. A. Hellner S.A., conta-se hoje, entre as mais importantes firmas do ramo em São Paulo, comprovando que ela acompanhou o vertiginoso progresso industrial que se desenvolveu na região de São Paulo. Contribuindo com seus conhecimentos profissionais, não apenas ajudou aos seus clientes, mas em colaboração com as demais companhias de seguros ofereceu a elas valiosos conselhos em favor da economia de seguros brasileira, consciente de que esse ramo de negócios deve ser um auxiliar da economia nacional.

Quando o sr. Hellner – no começo de 1934 – tomou a decisão, como representante de varias companhias de seguros, de começar sua carreira em S. Paulo, ninguem poderia imaginar que essa região algumas decadas depois se tornaria o centro industrial do Brasil e que necessitaria da ajuda de profissionais competentes. Num trabalho minucioso, no decorrer dos primeiros dez anos, foi colocado um fundamento capaz de resistir a todas as provas e sobre o qual podia crescer a empresa quando a situação começou a normalizar-se com o termino da segunda guerra mundial. O esforço trouxe os frutos; a empresa desenvolveu-se o sr. Hellner precisava, já em 1943 de um homem capacitado para substitui-lo. Esse colaborador foi o sr. Kedor e desde então, a empresa, dividida entre os dois homens, progrediu rapidamente. Entre a clientela e os dois senhores desenvolveu-se a confiança, abrindo novos exitos ajudada pelo crescimento da Capital de São Paulo.

O grande surto industrial exigia mais um colaborador, na pessoa do sr. Schroeder, um experimentado homem de seguros. Prevendo as futuras possibilidades, entrou esse terceiro perito, no inicio de 1952 na firma, tornan-.
do-se colaborador do sr. Hellner. Doravante com esforços unidos trabalharam os três homens, de modo harmonioso, galgando exito.

Deste modo cresceu a firma no decorrer de trinta anos, através de trabalho assiduo• e modo correto de preceder, atingindo a sua importância atual, conhecida alem fronteiras de São Paulo. A empresa, com suas firmas filiadas encabeçadas pelos socios srs. Hellner, Kedor e Schroeder, sabe que deve trazer a sua contribuição, na qualidade de elo da economia nacional e fornecer conselhos profissionais, apoiando assim o progresso do Brasil.

Diarios Associados, Março de 1966

Conheça mais sobre nos hoje em dia…

Número de ataques cibernéticos no Brasil quase que dobrou em 2018*

 

O número de ataques cibernéticos praticamente dobrou no Brasil em 2018. Segundo informações do dfndr lab, laboratório especializado em cibersegurança da PSafe, foram detectados 120,7 milhões de ataques cibernéticos no primeiro semestre de 2018. Este número representa um crescimento de 95,9%.*

Existe proteção adequada.
Fale com o seu consultor Hellner +55 11 5033-3733

 

*Fonte

Incêndio destrói. Água às vezes ainda mais.

Seguro de incêndio ou seguro ambiental.

Todos sabem: a água usada no combate ao incêndio contamina o entorno do local atingido.
Poucos sabem: o seguro de incêndio não cobre os danos ambientais causados pela água ou fumaça.

Existe proteção adequada.
Fale com seu consultor Hellner +55 11 5033-3733

 

* Lei de crime ambiental No. 9605/1998

O nosso Brasil…

 

…é protegido por leis ambientais* muito rígidas. As implicações administrativas, cíveis e penais para as empresas são crescentes.

Por exemplo, uma contaminação de solo leva a obrigação de remediar, indenizar terceiros, sanções administrativas, além das implicações criminais dos responsáveis.

* Lei de crime ambiental No. 9605/1998

Desabamento trágico: Sobre a importância de proteção adequada

Foto: Nelson Almeida l AFP

Vimos nos últimos dias as terríveis imagens do desabamento de um prédio de 24 andares no centro de São Paulo em virtude de um incêndio de grandes proporções.  O incêndio iniciado supostamente no 5 andar se alastrou em poucos minutos e causou o desmoronamento. Fica evidente que a estrutura metálica sem proteção adequada para resistir ao incêndio bem como a falta total de meios de combate são agravantes nesse tipo de ocorrência. Foi possível observar que o incêndio se alastrou para outro prédio em frente sendo que parte dos escombros danificou construções vizinhas, inclusive severamente a quase secular igreja Luterana. O prédio incendiado, segundo informações da mídia, estava interditado e invadido.

Sem dúvida, a inestimável perda de vidas humanas é a parte mais trágica desta situação.

Porém vale sim neste momento uma reflexão sobre o dano material ocorrido e como um seguro bem feito poderia ser de grande ajuda:

Prédio desmoronado:
como a origem de todo o dano foi o incêndio ocorrido no interior do imóvel, tanto os prejuízos causados diretamente pelas chamas como a destruição seguinte com o desmoronamento estariam garantidos no seguro de propriedade já na cobertura básica. Contudo é de se supor, que diante da situação de invasão do prédio, este seguro não exista.

Danos causados aos outros prédios:
Segundo o código civil, quem causa dano a outro, é responsável por indenizar o mesmo. No entanto, neste caso, em virtude da situação de interdição do prédio desmoronado, a invasão por população de rua, assim como o envolvimento de órgãos governamentais, a apuração das responsabilidades será complicada e morosa se não impossível. Infelizmente é de se supor, que os prejudicados por este acidente, sejam por Danos Corporais ou por Danos Materiais, efetivamente não terão como contar com qualquer espécie de indenização. Caso existisse, um seguro de Responsabilidade Civil Geral contratado pelo prédio que desabou iria dar amparo a estas reclamações amenizando em muito a situação.

Claro que cada parte pode e deve se precaver, fazendo seu próprio seguro. Assim o prédio em frente, onde houve um início de incêndio, pode certamente, caso tenha contratado, acionar sua apólice de incêndio.

Já a Igreja, onde diretamente não ocorreu o fogo, provavelmente terá dificuldade para acionar sua cobertura de incêndio. A cobertura indicada seria a de “Desmoronamento” que, contudo, é pouco contratada no Brasil e geralmente esquecida ou subdimensionada.

Caso queira saber mais, por favor entre em contato. Teremos todo o prazer em conversar sobre o assunto e avaliar como estas questões se aplicam aos seus imóveis.

Fonte da foto: http://atarde.uol.com.br/brasil/noticias/1956222-inspecao-apontou-problemas-de-seguranca-contra-incendio-no-predio-que-desabou