Alagamento? Cuidado, até dirigir errado já pode destruir seu carro!

Alagamentos como o último em São Paulo podem facilmente destruir um carro, através do chamado calço hidráulico, que é uma situação geralmente excludente e não coberta na maior parte das seguradoras.

O calço hidráulico acontece quando entra água ao invés de ar na câmera de combustão (cilindro) num motor a explosão (gasolina, etanol ou diesel) quando este está em movimento. Ao contrario do ar, que sofre redução de volume quando comprimido (compressão), o mesmo não ocorre com a água. Neste caso o pistão é travado subitamente causando graves danos ao motor como deformação, quebra de bielas, girabrequins, bronzinas e outros.

Saiba como se prevenir

  • Não passe em ruas e avenidas alagadas se não tiver certeza da profundidade da água. Lembre-se que podem existir buracos e obstáculos encobertos. Uma regra prática é não deixar a água ultrapassar no máximo a metade da altura da roda;
  • Caso passe num alagamento que considera raso, passe devagar para que ondas decorrentes do movimento se mantenham baixas e não atinjam a entrada de ar do motor;
  • Caso o motor venha a morrer durante a passagem do alagamento, não dê partida pois pode ter entrado água, evite assim o calço hidráulico;
  • Também não ligue o motor caso o tenha estacionado em um local que tenha alagado;
  • Se a agua estiver subindo muito rápido, procure ir para um local seguro. Se não tiver opção deixe o veiculo e se preserve.
  • Entre em contato com a assistência 24h da seguradora logo que possível para solicitar a remoção do veiculo do local e avise seu corretor. Recomendamos contatá-lo para que o mesmo possa daar as devidas orientações e acompanhar todo o processo de sinistro.

Produtos contaminados e o risco para as empresas

Contaminações como o recente caso da cerveja em Minas* bem como o caso em Guarulhos, onde um achocolatado continha detergente** – só duas das ocorrências registradas no noticiário dos últimos anos e que comprometeram a reputação de muitas empresas brasileiras e a percepção dos clientes a respeito de marcas e produtos. Continue lendo

Golpe clona WhatsApp e rouba dinheiro de usuários da OLX e Mercado Livre

Fonte: DazeInfo/Reprodução

Um novo golpe que está ganhando força no Brasil utiliza os dados presentes em anúncios online para clonar o WhatsApp de usuários e tentar roubar dinheiro de familiares e amigos por meio do aplicativo de mensagens. De acordo com um levantamento do Tilt, mais de 300 pessoas já sofreram com tentativas de invasão de conta por criminosos, que deixam de lado os “vírus” e apostam na engenharia social. Continue lendo

Agora é lei!

Empresas são responsáveis pela proteção e privacidade dos dados de seus clientes.

Você sabia? 

A Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais define regras para o uso, proteção e transferência de dados pessoais coletados pelas empresas. O texto oferece ao cidadão brasileiro mais controle sobre suas informações pessoais: exige consentimento explícito para coleta e uso dos dados, tanto pelo poder público quanto pela iniciativa privada, e exige que as empresas apresentem opções para o usuário visualizar, corrigir e excluir esses dados. 

Veja o que achamos importante para você saber 

Estão sujeitos às penalidades da lei – que variam de advertências a multas diárias de até R$ 50 milhões – os negócios que registram informações dos clientes sem sua autorização, ou que os repassem, armazenem sem necessidade comprovada, ou que tenham esses dados vazados de alguma forma.
Apesar de ter sido sancionada em agosto deste ano, ela entrará em vigor em fevereiro de 2020. 

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Convênios podem ampliar tratamento contra câncer

Procedimentos obrigatórios dos planos de saúde devem trazer novidades na área

Se depender das propostas consideradas elegíveis pela ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar) para atualização do rol de procedimentos obrigatórios dos planos de saúde, haverá uma ampliação de tratamentos e medicamentos para os mais diversos tipos de câncer. Ao todo, de um total de 1.137 propostas recebidas, 215 foram elegíveis.

O rol é a cobertura mínima obrigatória que todos os convênios contratados a partir de janeiro de 1999 ou adaptados têm que oferecer. A atualização da lista é feita de dois em dois anos.

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